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Comunidade da União das Sociedades Espiritas Interm. São José do Rio Preto

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DESOBSESSÃO

Para todos os irmãos da Doutrina Espírita que se dedicam ao estudo e/ou prática dessa linda "terapia", que alivia os encarnados e esclarece os desencarnados, evangelizando ambos!

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André Sobreiro

DESOBSESSÃO NA CÂMARA DE PASSES

Iniciado por André Sobreiro 28 Maio.

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André Sobreiro Comentário de André Sobreiro 9 horas atrás
30 - MANIFESTAÇÃO INICIAL DO MENTOR
Feita a oração inicial, o dirigente e a equipe mediúnica esperarão que o mentor espiritual do grupo se manifeste pelo médium psicofônico indicado. Essa medida é necessária, porqüanto existem situações e problemas, estritamente relacionados com a ordem doutrinária do serviço, apenas visíveis a ele, e o amigo espiritual, na condição de condutor do agrupamento, perante a Vida Maior, precisará dirigir-se ao conjunto, lembrando minudências e respondendo a alguma consulta ocasional que o dirigente lhe queira fazer, transmitindo algum aviso ou propondo determinadas medidas. Esse entendimento, no limiar do programa de trabalho a executar-se, é indispensável à harmonização dos agentes e fatores de serviço, ainda mesmo que o mentor se utilize do medianeiro tão-só para uma simples oração que, evidentemente, significará tranqüilidade em todos os setores da instrumentação.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro 1 dia atrás
29 - PRECE INICIAL
Sobrevindo o momento exato em que a reunião terá começo, o orientador diminuirá o teor da iluminação e tomará a palavra, formulando a prece inicial.
Cogitará, porém, de ser preciso, não se alongando além de dois minutos.
Há quem prefira a oração decorada; todavia, é aconselhável que o dirigente ore com suas próprias palavras, envolvendo a equipe nos sentimentos que lhe fluem da alma. A prece, nessas circunstâncias, pede o mínimo de tempo, de vez que há entidades em agoniada espera de socorro, à feição do doente desesperado, reclamando medicação substancial. Em diversas circunstâncias, acham-se ligadas desde muitas horas antes à mente do médium psicofônico, alterando-lhe o psiquismo e até mesmo a vida orgânica, motivo pelo qual o socorro direto não deve sofrer dilação.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 29 novembro 2009 às 9:37
28 - LEITURA PREPARATÓRIA
A leitura preparatória, que não ultrapassará o tempo-limite de 15 minutos, constituir-se-á, preferentemente, de um dos itens de «O Evangelho segundo o Espiritismo», seguindo-se-lhe uma das questões de «O Livro dos Espíritos», com um trecho de um dos livros de comentários evangélicos, em torno
da obra de Allan Kardec. Efetuada a leitura, o dirigente retirará os livros de sobre a mesa, situando-os em lugar próprio. O contacto com o ensino espírita, antes do intercâmbio com os irmãos desencarnados, ainda sofredores, dispõe o
ambiente à edificação moral, favorecendo a integração vibratória do grupo para o socorro fraterno a ser desenvolvido. O conjunto evitará entretecer comentários ao redor dos temas expostos, atento que precisa estar em uníssono, à
recepção das entidades enfermas em expectativa, quase sempre aguardando alívio com angustiosa ansiedade. Repitamos, assim: o dirigente providenciará a leitura, aproximadamente quinze minutos antes do momento marcado para o início do intercâmbio, pronunciando a prece de abertura, depois de lida a página última, com o que se iniciarão, para logo, as tarefas programadas.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 28 novembro 2009 às 19:16
27 - LIVROS PARA LEITURA
Os livros para leitura preparatória no grupo serão, de
preferência:
1. «O Evangelho segundo o Espiritismo».
2. «O Livro dos Espíritos».
3. Uma obra subsidiária que comente os princípios kardequianos à luz dos ensinamentos do Cristo.
Bastarão esses recursos, porqüanto neles sintonizarse-ão os assistentes no mesmo padrão de pensamento, em torno dos temas vitais do Espiritismo Cristão, compondo clima vibratório adequado ao trabalho em mira.
«O Livro dos Médiuns» e obras técnicas correlatas não devem ser lidos nas reuniões de desobsessão, mas sim em oportunidades adequadas, referidas nos capítulos 66 e 72.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 28 novembro 2009 às 7:47
26 - EQUIPE MEDIÚNICA: PASSISTAS
Entre os seareiros do bem que integram o conjunto, destaca-se, como sendo de particular valimento, a colaboração dos médiuns passistas, que permanecerão atentos ao concurso eventual que se lhes peça, no transcurso
da reuniao. Diligência e devotamento. Vigilância e espontaneidade.
Agora é um problema que irrompe entre os próprios colegas de atividade; em seguida, um que outro médium psicofônico possivelmente caído em exaustão; depois, o pedido de auxílio para esse ou aquele dos assistentes a lhes
solicitarem concurso, e, por fim, a assistência de rotina, na fase terminal do trabalho. Os medianeiros do passe traçarão a si mesmos as
disciplinas aconselháveis em matéria de alimentação e adestramento, a fim de corresponderem plenamente ao trabalho organizado para o grupo em sua edificação assistencial, entendendo-se que os médiuns esclarecedores,
se necessario, acumularão também as funções de médiuns passistas, mas não a de psicofônicos, de modo a não se deixarem influenciar por Espíritos enfermos.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 27 novembro 2009 às 15:40
25 - EQUIPE MEDIÚNICA: PSICOFÔNICOS
Na obra da desobsessão, os médiuns psicofônicos são aqueles chamados a emprestar recursos fisiológicos aos sofredores desencarnados para que estes sejam socorridos. Deles se pede atitude de fé positiva, baseada na certeza de
que a Espiritualidade Superior lhes acompanha o trabalho em moldes de zelo e supervisão. Compreendendo que ninguém é chamado por acaso a tarefa de tamanha envergadura moral, verificarão facilmente que, da passividade construtiva que demonstrem, depende o êxito da empreitada de luz e
libertação em que foram admitidos. Atentos à função especial de colaboradores e medianeiros em que se acham situados, é justo se lhes rogue o cuidado para alguns pontos julgados essenciais ao êxito e à segurança da atividade que se lhes atribui: 1 — desenvolvimento da autocrítica; 2 — aceitação dos próprios
erros, em trabalho medianímico, para que se lhes apure a capacidade de transmissão; 3 —reconhecimento de que o médium é o responsável pela comunicação que transmite; 4 — abstenção de melindres ante apontamentos dos esclarecedores ou dos companheiros, aproveitando observações e avisos para melhorar-se em serviço; 5 — fixação num só grupo, evitando as inconveniências do compromisso de desobsessão em várias equipes ao mesmo
tempo; 6 — domínio completo sobre si próprio, para aceitar ou não a influência dos Espíritos desencarnados, inclusive reprimir todas as expressões e palavras obscenas ou injuriosas, que essa ou aquela entidade queira pronunciar por
seu intermédio; 7 — interesse real na melhoria das próprias condições de sentimento e cultura; 8 — defesa permanente contra bajulações e elogios, conquanto saiba agradecer o estímulo e a amizade de quantos lhes incentivem o coração ao cumprimento do dever; 9 — discernimento natural da qualidade dos Espíritos que lhes procurem as faculdades, seja pelas impressões de presença, linguagem, eflúvios magnéticos, seja pela conduta geral; 10 — uso do vestuário que lhes seja mais cômodo para a tarefa, alijando, porém, os
objetos que costumem trazer jungidos ao corpo, como sejam relógios, canetas, óculos e jóias.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 26 novembro 2009 às 15:54
24 - MÉDIUNS ESCLARECEDORES
Na equipe em serviço, os médiuns esclarecedores, mantidos sob a condução e inspiração dos Benfeitores Espirituais, são os orientadores da enfermagem ou da assistêncià aos sofredores desencarnados. Constituídos pelo dirigente do grupo e seus assessores, são eles que os instrutores da Vida Maior utilizam em sentido direto para o ensinamento ou o socorro necessários.
Naturalmente que a esses companheiros compete um dos setores mais importantes da reunião. Vejamos alguns dos itens do trabalho fundamental que
se lhes assinala:
1. Guardarem atenção no campo intuitivo, a fim de registrarem, com segurança, as sugestões e os pensamentos dos benfeitores espirituais que comandam as reuniões;
2. Tocar no corpo do médium em transe somente quando necessário;
3. Estudar os casos de obsessão, surgidos na equipe de médiuns psicofônicos, que devam ser tratados na órbita da psiquiatria, a fim de que a assistência médica seja tomada na medida aconselhável;
4. Cultivar o tato psicológico, evitando atitudes ou palavras violentas, mas fugindo da doçura sistemática que anestesia a mente sem renová-la, na convicção de que é preciso aliar raciocínio e sentimento, compaixão e lógica, a
fim de que a aplicação do socorro verbalista alcance o máximo rendimento;
5. Impedir a presença de crianças nas tarefas da desobsessão.
Outros aspectos de suas funções são lembrados nos capítulos 13 e 32 a 37.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 25 novembro 2009 às 21:30
23 - CHEGADA INESPERADA DE DOENTE
Em algumas ocasiões aparece um problema súbito: a chegada de enfermos ou de obsidiados sem aviso prévio, sejam adultos ou crianças. Necessário que o discernimento do conjunto funcione, ativo. Na maioria dos acontecimentos dessa ordem, o doente e os acompanhantes podem ser admitidos por momentos rápidos, na fase preparatória dos serviços programados, recebendo passes e orientação para que se dirijam a órgãos de assistência ou doutrinação competentes, trabalho esse que será executado pelos componentes que o diretor da reunião designará. Findo o socorro breve, retirar-se-ão do recinto. Nesses casos se enquadram igualmente os obsessos
apenas influenciados ou fixados em fase inicial de perturbação, para os quais o contacto com os comunicantes, menos felizes ou francamente conturbados, sem a devida preparação, é sempre inconveniente ou prejudicial, pela suscetibilidade e pelas sugestões negativas que apresentam na semilucidez em que se encontram. Diante, porém, dos processos da obsessão indiscutivelmente instalada, o grupo deve e pode acolher o obsidiado e seus acompanhantes, acomodando-os no banco ou nas cadeiras, colocados à retaguarda, onde receberão a assistência precisa.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 24 novembro 2009 às 17:53
22 - AUSÊNCIA JUSTIFICADA
Freqüentemente, surge o caso da impossibilidade absoluta de comparecimento desse ou daquele companheiro às atividades predeterminadas. Uma viagem rigorosamente inadiável... Um problema caseiro de grave expressão...
Exigência profissional inopinada... Enfermidade súbita...
Que o amigo numa situação assim não olvide o compromisso em que se acha incurso na obra de desobsessão e expeça um aviso direto, sempre que possível
com antecedência mesmo de horas ou minutos, ao dirigente da reunião, justificando a ausência, para evitar indisciplinas que ocorrerão fatalmente, no campo mental do grupo, através de apreensões e considerações descabidas.
De qualquer modo, ainda mesmo com número reduzido de participantes, a reunião pode ser efetuada.
André Sobreiro Comentário de André Sobreiro em 23 novembro 2009 às 21:37
21 - VISITANTES
O serviço de desobsessão não é um departamento de trabalho para cortesias sociais que, embora respeitáveis, não se compadecem com a enfermagem espiritual a ser desenvolvida, a benefício de irmãos desencarnados que
amargas dificuldades atormentam. Ainda assim, há casos em que companheiros da construção espírita-cristã, quando solicitem permissão para
isso, podem ter acesso ao serviço, em caráter de observação construtiva; entretanto, é forçoso preservar o cuidado de não acolhê-los em grande número para que o clima vibratório da reunião não venha a sofrer mudanças inoportunas.
Essas visitas, no entanto, devem ser recebidas apenas de raro em raro, e em circunstâncias realmente aceitáveis no plano dos trabalhos de desobsessão, principalmente quando objetivem a fundação de atividades congêneres. E antes da admissão necessária é imperioso que os mentores espirituais do grupo sejam previamente consultados, por respeito justo às responsabilidades que abraçam, em favor da equipe, muito embora saibamos que a orientação das atividades espíritas vigora na própria Doutrina Espírita e não no arbítrio dos
amigos desencarnados, mesmo aqueles que testemunhem elevada condição.
Compreende-se que os visitantes não necessitem de comparecimento que exceda de 3 a 4 reuniões.
 

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